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Aberta a primeira casa capuchinha na Islândia


Reydarfjörđur  (Islândia) – O dia 28 de julho de 2007 foi  um dia especial para a nossa Ordem e para toda a Igreja Católica na Islândia. O bispo de Reykjavik, Dom Johanes Gijsen presidiu nesse dia a solene  cerimônia da bênção da capela e da casa (convento) em Reydarfjörđur que está ao lesta da Ilha. Para essa solenidade vieram: frei Fidel Marco Pagač, Ministro Provincial da Eslováquia; frei Vladimír Krišpín Nociar, guardião da Fraternidade de Reydarfjörđur;  frei Peter Kováčik, novo membro da mesma Fraternidade,  frei Jure Šarčević, Definidor Geral da área; frei Andrzej Konopka, custódio da Suécia; vários sacerdotes párocos da Ilha, várias irmãs pertencentes a 5 Congregações que atuam na Islândia, muitos fiéis católicos (quase 100) e 5 pastores protestantes que vivem no território da nova paróquia confiada aos capuchinhos. Estava presente também o prefeito da pequena Reydarfjörđur.
 
Em  sua homilia o bispo de Reykjavik, Dom Gijsen, que no próximo mês de outubro deixa seu posto,  pois completa (75 anos), agradeceu à Ordem Capuchinha e à Província Eslovaca que enviou os frades para esta importante missão. Manifestou o desejo de que o Convento e a Fraternidade dos Capuchinhos di Reydarfjörđur se torne um verdadeiro centro espiritual de oração para toda a região do leste da Ilha.
 
O primeiro capuchinho que chegou à Islândia no dia 15 de novembro de 2004, foi frei David Tencer. Alguns mêses depois (8 junho de 2005) chegaram:  frei Peter Kováčik, frei Anton Majerčak e frei Vladimír Polák. Até agora todos se hospedaram na casa paroquial de Reykjavik onde foram acolhidos muito bem pelo pároco Denis O’Leary, um jovem sacerdote  proveniente da Irlanda. Atualmente a nossa fraternidade de Reydarfjörđur tem 3 frades: frei Vladimír Krišpín Nociar, guardião, frei David Tencer, pároco e frei frei Peter Kováčik. Aos nossos frades foi cofiada a nova paróquia de São Thorlaco (protetor da Islândia) que compreende toda a costa leste da Ilha - quase 400 km. Esta parte da Ilha é a  mais pobre e como tal se  adapta bem a uma presença capuchinha.
 
A Islândia é uma ilha com 103.000 km²  e tem 300.000 habitantes, (apenas 3 hab. por  km²), dos quais 6.500 católicos registrados, mas na realidade eles são uns 10.000 mil. Na Ilha só tem uma diocese com paróquias e 16 sacerdotes. Existem 6 comunidades de várias Congregações  religiosas femininas. É um país multiétnico. Os estrangeiros são mais de 20%; um país muito bonito, com características próprias: tem mais de 120 vulcões ativos e mais de mil extintos; tem  muitas geleiras, gêiseres e água muito boa que escorre de toda parte. Por causa do clima particular muito frio, não tem bosques. A temperatura media anual está entre 12 e 14 graus. Tem duas estações características: uma em que o dia dura mais de 20 horas e a outra em que a noite (o escuro) dura mais de 20 horas. A principal ocupação do povo é pesca.
 
O povo da Islândia é muito acolhedor. A língua oficial é o islandês. Mas o inglês funciona como segunda língua. Mas nas igrejas para as celebrações se usa  o italiano e o polonês, visto que a maioria dos católicos  provém destes dois países. Um inconveniente è o período de escuridão que dura 20 horas e o fato de viver-se uma diáspora como católicos pois 90%  dos habitantes são Luteranos.

A breve permanência capuchinha na Islândia já deu o primeiro fruto: um postulante islandês está atualmente em Áquila (Itália) para aprender a língua italiana a fim de continuar a formação inicial capuchinha.


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